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5 Mortes bizarras que permanecem sem explicações

Mesmo com todos os avanços na investigação forense, alguns crimes continuam sem explicações. Em alguns casos, inclusive, pessoas inocentes são condenadas e passam anos atrás das grades até conseguirem provar que não possuem nenhuma relação com os acontecimentos.

Quando nem mesmo inocentes são apontados como culpados, o crime fica sem solução – e, nesses casos, alimenta algumas teorias malucas sobre o que teria acontecido com as vítimas das histórias. É isso o que você vai notar nos casos abaixo, relatados pelo site Cracked. São 5 histórias bizarras de mortes que permanecem como grandes enigmas até hoje.

1. Albert Dekker

Você já ouviu falar na perigosa prática de asfixiofilia? Ela também é conhecida por asfixia autoerótica, na qual o praticante tem o intuito de aumentar o orgasmo através da falta de oxigenação no cérebro. Só que, em casos extremos, isso pode levar a pessoa à morte. Alguns famosos, como o ator David Carradine e o vocalista do INXS, Michael Hutchence, supostamente partiram desta para a melhor depois de tentarem se masturbar dessa maneira.

Outro ator, Albert Dekker, também teve sua morte atribuída à prática. Mas as circunstâncias são bem mais complexas. Enquanto em muitos casos o corpo da pessoa é encontrado enforcado com um cinto amarrado a uma maçaneta, Dekker, além disso, também tinha os olhos vendados, estava amordaçado e com pés e mãos amarrados.

Essa posição, até bastante comum no sexo mais hardcore, é praticamente impossível de ser conseguida sem a ajuda de outra pessoa. Além disso, ele tinha uma agulha enfiada em cada braço, o desenho de uma vagina em sua barriga e mensagens escritas com batom em seu corpo – sendo que a maioria eram palavrões.

Só que, para a coisa toda ficar ainda mais sinistra, Dekker estava no banheiro com a porta trancada por dentro – algo que apenas ele poderia ter feito. Mesmo assim, US$ 70 mil em dinheiro sumiram de dentro do apartamento. Até hoje essa história permanece sem conclusão, mesmo tendo acontecido em 1968!
2. Zigmund Adamski

Em 1980, Zigmund Adamski, de 56 anos, saiu para fazer compras e nunca mais voltou. Ele morava na Inglaterra e era mineiro. Seu corpo foi achado cinco dias após o sumiço e a causa da sua morte anunciada foi ataque cardíaco. Mas será que foi isso mesmo?

Analise as circunstâncias: apesar de cinco dias sumido, ele parecia bem nutrido e com a barba feita. Seu corpo foi achado no período da tarde sobre uma pilha de carvão distante mais de 30 km de onde ele sumiu – só que não havia nem pegadas na mina de carvão nem mesmo sujeira no corpo. É como se ele tivesse simplesmente “caído do céu” sobre a pilha.

Alguns alegam que ele foi assassinado por alienígenas. Essa tese é reforçada por aparentes queimaduras inexplicáveis em sua cabeça, seu pescoço e seus ombros. Sobre essas marcas, havia uma espécie de gel que as autoridades nunca souberam explicar o que era. Bizarro, hein?

3. Gilbert Bogle e Margaret Chandler
Na Austrália, um caso de adultério movimentou os noticiários quando a polícia não conseguiu identificar a causa da morte de um casal. Tudo começou no réveillon de 1962, quando o físico Gilbert Bogle deu uma escapadinha com Margaret Chandler – ambos eram casados e foram encontrados mortos na manhã seguinte.

Quem seriam os principais suspeitos? Os traídos, é claro. Porém, além de ambos terem álibis incontestáveis, não se conseguiu determinar o que causou a morte do casal adúltero. Não havia marcas de violência nos corpos, mas no local do crime foram encontrados restos de vômito e fezes de Gilbert e Margaret – é como se, subitamente, ambos tivessem ficado doentes. Poderia se tratar de um caso de envenenamento, mas a autópsia não conseguiu localizar nada no sangue que caracterizasse isso.

Um filme de 2006 remonta a história e traz a teoria de que ambos foram intoxicados por gás sulfídrico que exalava do rio Lane Cover – foi em uma de suas margens que o casal foi encontrado. Porém, essa é apenas uma hipótese estranha, já que ninguém mais da região sofreu efeito algum com o suposto gás.
4. Leroy Carter

Em fevereiro de 1981, a polícia de São Francisco, nos EUA, foi chamada para acordar um cara que “cochilava” em um saco de dormir no parque Golden Gate. Porém, quando os oficiais chegaram ao local, eles encontraram um cenário macabro: a cabeça do homem havia sido arrancada e substituída por uma asa de frango e dois grãos de milho.

Achou bizarro? Ainda piora! Através da digital, descobriu-se que o homem era Leroy Carter, que possuía uma extensa lista criminal. Os investigadores recorreram aos serviços de Sandi Gallant, especialista em crimes com características de envolver o ocultismo. Ele sugeriu que Carter havia sido assassinado por algum praticante da seita Santeria.

Nessa crença, a cabeça da vítima seria devolvida no mesmo lugar do corpo 42 dias depois do assassinato. Como ninguém deu muita bola para a teoria maluca de Gallant, não havia nenhum oficial no parque no dia em que supostamente a cabeça seria devolvida. E não é que ele estava certo? A cabeça apareceu, o assassino fugiu e nunca foram descobertas quais motivações levaram Carter a ser assassinado.
5. Philip Shue

Em 2003, o coronel da aeronáutica dos EUA Philip Shue saiu normalmente para trabalhar. Tudo mudou duas horas depois, quando em um aparente surto ele supostamente chocou seu carro violentamente contra uma árvore, morrendo na hora. Até aí, um caso típico de suicídio, certo?

Só que muita coisa permanece inexplicada na história: antes de morrer, Shue teve os dois mamilos, os dois lóbulos auriculares e alguns dedos extraídos. Ele também possuía um corte que ia do peito até o umbigo. Algumas teorias apontam que ele foi torturado, conseguiu fugir do cativeiro e se acidentou – tudo isso no prazo de duas horas.

Outras pessoas apontam que ele próprio havia feito as mutilações em si mesmo, devido à grande quantidade de anestésico encontrada em seu sangue. Porém, os punhos de Shue estavam atados com fita adesiva – e suas digitais não estavam nela. Muitos garantem que a ex-esposa de Sue estaria envolvida em sua morte, já que isso renderia um seguro no valor de US$ 1 milhão, mas a investigação não conseguiu provas desse envolvimento.

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